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Menina Selvagem

02 de agosto de 2015
Ghediel Hemydio
Na selva do seu interior
Vítima de tanto amor
Aquele dia desejou uma flor
Mas seja forte aonde for
 
Ferida pelos espinhos da vida
Do medo e vergonha despida
Queria eu ousar assim atrevida
Mais tudo na certa medida
 
Selvagem sem maldade
Selvagem na dosagem
 
Medida certa, medida correta
No equilíbrio de mentes abertas
Sem receio abrace-me despida
Despida da dor da partida
 
Dança os amores que deu
No samba ou no bolero o amor rompeu
Partiu numa árdua viagem
Hoje doce menina selvagem
 
Selvagem sem maldade
Selvagem na dosagem
 
O peito expande de coragem
O corpo deseja sua hospedagem
A saia roda na malandragem
E o amor sempre invade
O coração da menina selvagem

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